Teoria da Permissividade

Parte 3

Instalação de Arte conceitual performática científica quântica social.

Fase 1 do projeto sete P ( 7 ) está implantado incorporado no espaço social numa repetição diária desde 01 de Setembro de 2006.

A democracia quântica em exercício nas atividade coletivas dentro das tarefas especializadas individuais. A meditação em movimento no espaço de circulação pública.

todos os habitantes em transito estão dentro do tai chi yang transito pedestres ,skates. bicicletas, motocicletas carros.

Por adesão natural e espontânea, pela simplicidade que é perceber, estar atento na ação, em equilíbrio consigo e o próximo; dentro de qualquer ambiente inserido no ambiente de convivência.

A fluidez nos movimentos com busca de preservar a harmonia dela decorrente. Analógo ao futebol arte, a convivência através desse princípio denominado tai chi transito, a arte de meditar em movimento presente aqui e agora. Conscientizar a população disso como uma referência, prepara o futuro campo de harmonia em maiores e melhores condições para salto quântico de consciência. Porque reduzindo a incerteza no instante da ação, aumenta a fluidez urbana.

TEORIA DA PERMISSIVIDADE

Permissividade é atenção aplicada na manutenção do fluxo. Permite que se pare o mínimo de tempo em retornos, diminuindo o tempo parado em curvas de retorno, facilitar a entrada do outro para que ele se mantenha em ritmo contínuo abrindo espaço para que ele se adapte ao novo fluxo.

Permissividade do vácuo, a expressão da Lei de Coulomb, é a razão entre o módulo do vetor deslocamento elétrico em um material e o módulo do campo elétrico.
A Teoria da Permissividade do Vácuo nos Deslocamentos Diários, o vazio, como um espaço aberto entre pedestres, passageiros e condutores de veículos. Quando em trânsito, houver obstrução, engarrafamento ou aguardando o sinal verde; Nós Estamos ainda em fluxo, porém, por alguns instantes parados, aguardamos, mas não estacionados
Permissividade se consegue mantendo a distância de um carro de passeio na inércia, o tamanho de uma vaga de automóvel,e outros veículos como bicicletas, o espaço vazio equivalente ao tamanho de uma bicicleta, entre biciletas, o mesmo se aplica aos skates, os patins, e as motocicletas. O espaço de segurança, que corresponde o vazio, a distância entre um veículo e outro, é a maneira de aumentar a eficiência coletiva na usabilidade dos espaço públicos, e para manobras de abertura para emergências de pronto atendimentos públicos, assim , como também em Planos de Contingência.
A distância no trânsito parado em horário de rush mantido assim traz satisfação e acalma. Aproximar os pára-choques Gasta a saúde dos reflexos nervosos prejudicando a percepção de si dentro da ação coletiva. Obstruções surgem no indivíduo e no fluxo. Aproximar os pára choques aumenta a incerteza coletiva e individual, insegurança irradiada nas ações podem ocasionar catástrofes na multidão participante,obstrução de fluxo vital.

Permitindo o espaço livre mesmo parado aumenta a vitalidade individual e coletiva. Energia cumulativa por continuidade e o exercício pleno da atenção consciente de preservar a fluidez. É a referência conscientizada pela sociedade da prática do tai chi yang transito de veículos urbanos. O espaço livre é a maneira de exercitarmos fluxos quânticos que geram satisfação individual e coletivo. É a consciência de interagir com liberdade de ação com responsabilidade na manutenção no fluxo vital urbano, a harmonia no espaço social.

Márcio Lacerda

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